CRÍTICAS LEGÍTIMAS DO PRESIDENTE, ARGUMENTAÇÃO POBRE DA IMPRENSA.

 Aproveitando a onda de discussões sobre eleições, urnas eletrônicas, e os Presidentes dos Estados Unidos da América e do Brasil, recentemente abordadas também aqui no blog, hoje, gostaria de trazer mais uma análise referente ao tema urnas eletrônicas, voto impresso e eleições.

Desta vez, minha atenção se volta para uma argumentação bem pobre que tem sido proferida por alguns membros da imprensa brasileira. Saliento que chamo de pobre para não taxar com outros termos cabíveis, tipo imbecil, canalha, vagabunda, sem vergonha, antiética, dentre outros. Fiquemos então com o termo argumentação pobre.

A algum tempo, já a alguns anos, o Presidente Jair Bolsonaro vem tecendo críticas severas sobre o nosso sistema eleitoral e sobre o uso das URNAS ELETRÔNICAS, as quais são consideradas por ele, e por muitas outras pessoas, como um sistema falho, principalmente pela impossibilidade de auditorias nas urnas eletrônicas e na apuração dos votos.

No último final de semana, escutei vários membros da "Grande Imprensa", fazendo críticas ao Presidente Jair Bolsonaro e à sua desconfiança sobre as urnas eletrônicas.

Em algumas dessas críticas, escutei o argumento pobre que mencionei acima.

Os jornalistas reclamavam do Presidente, dizendo que ele faz críticas às eleições e às urnas eletrônicas, mas que o presidente se trai em sua argumentação, porque ele foi eleito justamente por esse sistema, justamente por essas urnas eletrônicas que ele tanto critica. No dizer dos jornalistas: como o presidente ousa criticar o sistema que o elegeu? Ele não tem vergonha de ser tão hipócrita?

Sinceramente, não acreditei quando escutei um argumento tão canalha, tão imbecil, tão ridículo, de jornalistas que fazem uso dos meios de comunicação para levarem suas opiniões a milhares de lares e que penetram na mente de milhões de brasileiros.

Segundo tais jornalistas, o presidente não pode criticar o sistema, afinal de contas, foi eleito por este. A pergunta que fica aos "brilhantes" jornalistas, profissionais de "notório saber", um "orgulho" para a nação, é a seguinte: De que forma Jair Bolsonaro deveria ter buscado ocupar o cargo em que atualmente está? Qual a outra via que deveria ter tomado para ascender ao cargo que ocupa? Qual a opção que o Presidente tinha se não o sistema atualmente vigente?

Eis a pergunta. Mas não precisam responder. Todos sabemos a resposta. O que vocês queriam era que ele não fosse o Presidente. Alias, o que gostariam mesmo era que ele tivesse aberto mão dos seus direitos e nem sequer tivesse concorrido, afinal de contas, nessa pseudodemocracia, somente quem tem direitos são as pessoas pré-aprovadas por vocês, a imprensa. 

O que fica, é a vergonha de termos profissionais tão pobres no jornalismo desta nação. Lembrando o que quero dizer com "pobres".

Talvez por isso o país esteja tão mal.

Por V.V.F

Redigido em 09/11/2020.

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